Conciliação

Modelo de conciliação bancária

Modelo de conciliação bancária
Funciona no Excel e no Google Sheets

A conciliação bancária prova que o caixa dos seus registros e o saldo do extrato descrevem o mesmo dinheiro. Os dois quase nunca batem no dia, e o modelo existe para explicar a diferença item a item até que ela seja zero.

A maior parte da diferença é prazo, não erro. Pagamentos emitidos que ainda não compensaram, depósitos feitos depois do corte do extrato, uma venda no cartão liquidada três dias depois. Isso pertence ao bloco de pendências: já está nos seus registros e vai aparecer no banco. Nada precisa ser corrigido, só listado.

A outra metade corre no sentido inverso — itens que o banco conhece e os seus registros não. Tarifas, juros, custo de câmbio, um débito automático esquecido, um pagamento devolvido. São lançamentos reais que precisam ser registrados, e uma conciliação em que eles são silenciosamente ajustados em vez de lançados estará errada de novo no mês seguinte, pelo mesmo valor mais um novo.

A planilha termina com a prova: saldo contábil ajustado pelos itens do banco, saldo do banco ajustado pelas pendências, e os dois lados iguais. O que sobrar depois disso vale procurar — lançamento em duplicidade, dígitos trocados, um pagamento que ninguém registrou. A diferença que não se explica é a razão inteira do exercício.

Feita todo mês numa conta movimentada, isso toma horas e encontra problemas semanas depois de acontecerem. O Finmap casa as transações bancárias com os registros conforme elas chegam, o que transforma a conciliação de rotina de fechamento em uma olhada diária no que não bateu.

Conciliação bancária: modelo Excel