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Como o Finmap ajuda empresas de construção a retomar o controle financeiro
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Como o Finmap ajuda empresas de construção a retomar o controle financeiro

Kateryna Gulchenko
Kateryna Gulchenko
Gerente sênior de suporte ao cliente

Você pode entregar obras com qualidade, dentro do prazo e até com lucro no papel — e ainda assim perder dinheiro. Não porque algo deu errado no canteiro, mas porque suas finanças continuam fora de controle.

Na construção civil, isso é clássico: a quantidade de projetos cresce, o faturamento aumenta — mas, no fim do mês, a conta está zerada, os empreiteiros aguardam pagamento e os números não fecham.

O motivo é simples: sem uma gestão financeira estruturada, a empresa não cresce — ela se transforma em um conjunto de processos caóticos.

O que exatamente não está funcionando nas finanças da sua construtora — e como corrigir isso?

Vamos analisar três problemas centrais que destroem o lucro — e como resolvê-los.

3 principais problemas

Problema nº 1: falta de controle detalhado por projeto

Na construção civil, tudo gira em torno dos projetos. Você investe em materiais, equipes, aluguel de equipamentos — muitas vezes em várias obras ao mesmo tempo. Mas, na hora de fechar as contas, os números não batem. O faturamento parece bom, mas o saldo no banco está zerado.

Apuração de custos por obra — ou seja, a alocação dos custos em projetos específicos — é uma ferramenta básica para criar orçamentos reais, analisar eficiência e prever rentabilidade.

Sem gestão por projeto, a empresa rapidamente fica ingovernável:

  • Fica difícil dizer quanto uma obra realmente custa.
  • Estourar orçamento e cometer erros de previsão se torna impossível de identificar a tempo.
  • A empresa escala, mas a rentabilidade cai.
  • Não há como analisar margens e tomar decisões com segurança.

Segundo um estudo publicado no portal MDPI:

25% das empresas de construção podem enfrentar falência depois de apenas dois ou três projetos mal precificados — por subestimarem mão de obra ou materiais.

Como o Finmap transforma o caos em um processo controlado

No Finmap, você pode gerenciar as finanças por projeto e subprojeto — por exemplo, acompanhar separadamente os custos de fundação, cobertura ou acabamento dentro de uma mesma obra.

Isso permite enxergar a realidade financeira não apenas da empresa como um todo, mas de cada projeto: onde estão os estouros, quais obras são lucrativas e quais precisam de revisão de orçamento.

O sistema permite:

  • Criar uma estrutura de projetos e subprojetos (por exemplo: obra → subprojetos: fundação, interiores, estrutura, engenharia etc.).
  • Atribuir e acompanhar transações no nível correto, de forma automática ou manual.
  • Gerar relatórios-chave — especialmente DRE e Projetos, que oferecem uma análise financeira profunda.
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Relatório de projetos no Finmap
Exemplo dos relatórios de Lucro e Projetos para uma empresa de construção no Finmap
Relatório de lucro no Finmap
Exemplo dos relatórios de Lucro e Projetos para uma empresa de construção no Finmap
Relatório de lucro no Finmap
Exemplo dos relatórios de Lucro e Projetos para uma empresa de construção no Finmap

Ao alinhar a estrutura do Finmap ao seu modelo real de negócio, você vai além do controle de custos — você passa a ter inteligência financeira de verdade.

O sistema mostra indicadores-chave de desempenho — tanto da empresa como um todo quanto por projeto. Veja algumas métricas de referência recomendadas para empresas de construção que o Finmap ajuda você a acompanhar:

Métrica Descrição Faixa ideal
Rentabilidade do projeto Lucro em relação às despesas do projeto 10–20%
Lucro bruto Receita menos custos diretos (materiais, mão de obra) 20–30%
Lucro líquido Lucro depois de todos os custos e impostos 8–12%
ROI (Retorno sobre o Investimento) Lucro em relação ao capital investido 15–25%
Previsão de fluxo de caixa Receitas previstas vs. despesas previstas Positivo

Empresas que usam análises e apuração de custos por obra tomam decisões mais rápido e com mais precisão: uma pesquisa mostra que implementar esse controle permite realocar recursos entre projetos 42% mais rápido, aumentando a agilidade do negócio.

Com o Finmap, você deixa de operar no escuro — o sistema entrega dados claros e específicos por projeto para que o lucro seja resultado de gestão, não de sorte.

Problema nº 2: buracos no caixa da construção — e como evitar crises inesperadas

Na construção civil, furos de caixa não são exceção, são parte da rotina. Você gasta pesado antes de receber: adiantamentos a fornecedores, pagamentos antecipados a subcontratados, compra de materiais.

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A receita vem depois — após a entrega ou com atraso.

Sem uma gestão financeira inteligente, isso leva a:

  • Fuross de caixa até em empresas lucrativas.
  • Falta de visibilidade sobre apertos financeiros futuros.
  • Atrasos em pagamentos a fornecedores e colaboradores.
  • Perda de confiança de empreiteiros e equipes internas.

Segundo a Entrepreneur:

Até 82% das empresas de construção vão à falência por má gestão do fluxo de caixa — uma das áreas de risco mais negligenciadas.

A solução do Finmap: o que muda quando existe um sistema

O Finmap não mostra apenas os saldos das suas contas — ele responde à pergunta principal: você terá dinheiro suficiente para cumprir suas obrigações nas próximas semanas?

A ferramenta central é o Calendário de Pagamentos, que acompanha todas as receitas e despesas futuras por dia e alerta com antecedência sobre possíveis faltas de caixa.

Calendário de Pagamentos do Finmap
Calendário de Pagamentos no Finmap

O sistema permite:

  • Incluir despesas programadas nas suas projeções financeiras.
  • Acompanhar receitas previstas (pagamentos por etapas, contas a receber).
  • Visualizar a movimentação de caixa por data, conta e projeto.
  • Prever o fluxo de caixa e destacar períodos de risco.

Previsões de fluxo de caixa não são apenas relatórios, são sistemas de alerta antecipado. Empresas que enxergam o que vem pela frente não reagem no susto — elas planejam.

No Finmap, essa ferramenta funciona todos os dias — para garantir que o dinheiro não desapareça de repente, mas ajude a empresa a crescer.

Problema nº 3: quando ninguém sabe quem deve o quê para quem

Na construção civil, as obrigações financeiras se acumulam rapidamente: dezenas de empreiteiros, fornecedores, adiantamentos, pagamentos parciais, caixinha.

Sem uma gestão sistemática, esses dados não se unem em uma visão única e nem mesmo o gestor da empresa consegue dizer com precisão quanto dinheiro está “em circulação”, quanto está realmente disponível e quanto está preso em dívidas.

Atrasos em pagamentos são muito comuns. Segundo a PYMNTs:

71% dos subcontratados da construção enfrentam atrasos de pagamento com frequência — muitas vezes por falta de um controle estruturado das obrigações.

As consequências da desorganização em contas a receber e contas a pagar que sua empresa sente todos os dias:

  • Falta de controle sobre recebíveis e pagamentos.
  • Ausência de visão da liquidez real da empresa.
  • Caixinha “vazando” — sem rastreio claro nem responsáveis.
  • Pressão de caixa irregular, que obriga a fazer transferências de última hora, usar crédito ou colocar dinheiro pessoal.

Sem controlar obrigações, você não está gerenciando o dinheiro — está correndo atrás dele. E quanto maior a empresa, maior o caos.

Como o Finmap resolve isso em situações reais de negócio

O Finmap ajuda você a gerenciar de forma sistemática contas a receber e contas a pagar por meio de relatórios dedicados e ferramentas de planejamento que identificam e conciliam operações.

Relatório de contas a receber no Finmap
Relatórios de Contas a Receber e Contas a Pagar no Finmap
Relatório de contas a pagar no Finmap
Relatórios de Contas a Receber e Contas a Pagar no Finmap

Todas as obrigações — futuras e vencidas — ficam reunidas em um único sistema, vinculadas a contratados e datas de vencimento. O Calendário de Pagamentos inclui tudo nas previsões, para que você veja não só o saldo — mas o quadro completo: quanto precisa ser pago, quando, para quem e de qual fonte.

Gestão de caixinha na construção: uma solução prática

O caixinha é uma “zona cinzenta” na construção: mestres de obra, supervisores e compradores muitas vezes recebem dinheiro em espécie ou transferências diretas para pequenas compras, logística ou reparos.

Sem um sistema, esses valores muitas vezes ficam sem registro ou são reportados tarde demais. Então você não sabe:

  • O que foi gasto.
  • O que ainda está em aberto.
  • O que nunca foi devolvido.

Problemas comuns:

  • Não há recibos, ou eles ficam espalhados no Viber / Telegram / conversas privadas.
  • Algumas despesas nunca são registradas.
  • O caixa “some” e ninguém se responsabiliza.
  • No fechamento do mês, conciliar os projetos se torna impossível.

No Finmap, você pode gerenciar caixinha por funcionário — com valores, finalidade, projeto e status de fechamento.

Veja um passo a passo para assumir o controle:

Etapa Ação Resultado
1 Crie contas virtuais para cada responsável pelo caixinha ou equipe Veja quanto cada um tem em mãos e o que foi gasto
2 Adicione integração bancária ou importe o extrato (se usar um cartão dedicado) Automatiza o registro — sem precisar lançar tudo manualmente
3 Adicione usuários com acesso restrito apenas à própria conta Eles registram as transações — os dados ficam no sistema, não em chats
4 Treine a equipe para lançar operações de caixa pelo app móvel ou bot do Telegram Encarregados registram despesas direto da obra — nada se perde
5 Exija comprovantes em foto anexados a cada despesa no Finmap Controle completo e confirmado das despesas — nenhum pagamento fica sem registro

Se você acha que caixinha não é um problema e que confiar já basta, veja os dados apresentados pela Business.com:

67% dos funcionários já violaram regras de despesas da empresa pelo menos uma vez.

Estudos da ACFE mostram que empresas perdem até 5% da receita todos os meses por erros internos, abusos ou simples falta de controle.

Se sua empresa fatura R$ 1.000.000 por mês — você pode estar perdendo R$ 50.000 sem nem perceber.

Agora multiplique isso por 12, por 5 anos ou por 10.

Caixinha não é detalhe. É um vazamento invisível no orçamento, que só cresce se não for fechado com método.

Caso de cliente Finmap: como uma arquiteta se tornou gestora financeira

Bogdanova Bureau é um escritório de arquitetura que cuida de projetos completos de interiores e edificações, com unidades em Kyiv e na Suíça. Cada projeto é altamente personalizado, com orçamentos elevados (de US$ 1 mi a US$ 5 mi), e envolve responsabilidade não só pelo design, mas também por prazos, equipes, etapas e custos.

“IN A WHISPER“
Projeto concluído “IN A WHISPER”, da Bogdanova Bureau

No início, não havia uma gestão financeira estruturada. O dinheiro ficava espalhado entre contas, cartões e caixas. Algumas transações não eram registradas, alguns custos iam para o Excel, outros ficavam na cabeça de alguém.

Perguntas simples não tinham resposta:

  • Quanto ganhamos?
  • Conseguimos pagar a folha?
  • Qual projeto é lucrativo?
A gente terminava um projeto — todo mundo era pago. Mas não sobrava nada para nós. Sem dinheiro. E sem ideia de para onde ele tinha ido. — Olga Bogdanova, fundadora da Bogdanova Bureau

A situação ficou crítica quando vários projetos entraram no vermelho — em US$ 50 mil, US$ 80 mil, até US$ 180 mil. As reservas acabaram. Surgiram furos de caixa. Eles precisaram pegar empréstimos — e a empresa quase quebrou.

Essa experiência virou um ponto de virada.

Olga entendeu: sem gestão financeira, você não perde só lucro — perde o controle.

Veja como Olga decidiu implementar o Finmap, criou um novo modelo financeiro e aumentou a receita em +173%.

O que mudou depois do Finmap:

Antes Depois
x Falta de cálculo de rentabilidade: os projetos pareciam lucrativos, mas geravam prejuízos ocultos. check Cada projeto passou a ter seu próprio modelo financeiro, com despesas fixas, lucro, margem operacional e alocação de fundos.
x O dinheiro ficava espalhado entre contas, caixas e moedas — era impossível saber rapidamente os saldos e o valor disponível. check Todas as contas foram consolidadas em uma única interface financeira: transparência total sobre saldos e liquidez.
x As decisões eram tomadas no feeling — sem análises, relatórios regulares ou planejamento. check Foram implementados relatórios financeiros semanais, calendário de pagamentos e análise regular do fluxo de caixa.
x Custos administrativos, bônus e ações de PR eram financiados de forma caótica ou “com o que sobrava do lucro”. check Foi implementado um sistema de fundos: reserva, desenvolvimento e PR — com um % fixo do lucro de cada projeto.
x Os planos estratégicos eram feitos sem refletir a situação financeira real. check As decisões de gestão agora se baseiam em números: o Finmap mostra tendências, riscos, previsões e sinais financeiros.

Hoje, a Bogdanova Bureau assume menos projetos — mas com orçamentos maiores. A gestão financeira se tornou a base para previsões, planejamento estratégico e transformação do modelo de negócio.

Minha equipe é uma fábrica que produz projetos. E eu preciso saber exatamente quanto essa fábrica custa — para ter certeza de que estamos lucrando, não apenas trabalhando para empatar. — Olga Bogdanova, fundadora da Bogdanova Bureau

Agora Olga tem clareza total: onde está o lucro, onde estão as reservas, onde é possível crescer. A empresa saiu da operação manual e passou para uma gestão baseada em sistema.

Finanças não são sobre planilhas. São sobre escolha, clareza e capacidade de agir estrategicamente.

Construa sua empresa com base em números — não em suposições

Na construção civil, cada número importa — especialmente aqueles que você não vê de primeira. Não ter um sistema financeiro custa caro: em tempo, estresse e dinheiro.

O Finmap traz estrutura para o caos:

  • Veja a rentabilidade por projeto;
  • Evite furos de caixa;
  • Acompanhe caixinhas e dívidas;
  • Delegue a gestão financeira com confiança.

Não espere o dinheiro acabar de novo — teste o Finmap hoje e assuma o controle.

Com o Finmap, você não constrói apenas obras — constrói uma empresa lucrativa.

Perguntas frequentes

1. Por que a construção civil precisa de contabilidade por projeto?
Porque, na construção, a rentabilidade não está nos totais — está no desempenho de cada obra. Sem apuração de custos por projeto, você não vê o que está consumindo a margem, onde estão os estouros ou qual obra está no vermelho.

2. Por que até empresas lucrativas enfrentam furos de caixa?
Porque lucro ≠ dinheiro em caixa. Na construção, os recebimentos muitas vezes atrasam, enquanto as despesas acontecem antes. Sem um calendário de pagamentos, é fácil ter dezenas de notas a vencer — e nada na conta.

3. Como resolver o caos nos pagamentos a empreiteiros e fornecedores?
Estruture os dados dos contratados — valores, prazos e datas de vencimento. Use os relatórios de Contas a Receber e Contas a Pagar no Finmap para ter uma visão completa de quem deve o quê para quem. Você para de perder pagamentos, evita multas e constrói confiança com parceiros e equipe.

4. E o caixinha que sempre escapa do controle?
Crie contas separadas para encarregados e compradores. Dê acesso limitado pelo app móvel ou bot do Telegram. Exija comprovantes. Resultado: cada despesa fica registrada, nada se perde e seu fluxo de caixa permanece saudável.

5. Que resultados práticos a gestão financeira pode trazer?
Veja o caso da Bogdanova Bureau. Depois de adotar o Finmap, eles superaram furos de caixa, otimizaram custos, revisaram o modelo de projetos — e aumentaram a receita em +173%. A gestão financeira deixou de ser um peso e virou uma ferramenta de crescimento.

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Kateryna Gulchenko
Kateryna Gulchenko
Gerente sênior de suporte ao cliente
  • 5+ anos de experiência em suporte ao cliente.
  • Condução de consultas individuais e sessões de perguntas e respostas em grupo.
  • Criação de videoaulas e instruções.
  • Elaboração de materiais de onboarding.
  • Configuração personalizada de estruturas de empresas no Finmap.

Recomendado para empreendedores

Perguntas frequentes

Por que uma construtora perde dinheiro mesmo quando as obras dão lucro?

Entregar um trabalho de qualidade dentro do prazo não garante uma conta bancária saudável se as finanças não estiverem organizadas por projeto. Os custos com materiais, equipes e equipamentos ficam espalhados entre várias obras; a receita parece boa, mas a conta fica vazia e os prestadores aguardam pagamento. Sem apuração de custos por obra e acompanhamento por projeto, a conta simplesmente não fecha.

A apuração de custos por obra é a alocação dos custos a projetos específicos, e é a base para orçamentos reais, análise de eficiência e previsões de lucratividade. Sem isso, você não consegue saber quanto uma obra realmente custa nem identificar estouros e erros de orçamento. Estudos indicam que até 25% das empresas de construção correm risco de falência depois de apenas alguns projetos mal orçados, por isso acompanhar os custos por projeto e subprojeto é essencial.

Na construção, você desembolsa muito no início com adiantamentos e materiais, enquanto a receita entra depois, o que torna os buracos de caixa mais regra do que exceção. Um calendário de pagamentos acompanha todas as entradas e saídas previstas por dia, avisando com antecedência quando pode faltar dinheiro. Enxergar o que vem pela frente permite se planejar em torno dos pagamentos por etapa e dos períodos de risco, em vez de reagir no último minuto.

Na construção, as obrigações se acumulam rápido — dezenas de subcontratados, fornecedores, adiantamentos, pagamentos parciais e caixinha — e, sem organização, ninguém sabe dizer quanto dinheiro está realmente disponível ou preso em dívidas. Relatórios específicos de contas a receber e a pagar consolidam todas as obrigações em uma visão clara. Essa visibilidade evita vazamentos no caixinha e transferências de última hora ou uso de crédito causados pela falta de controle.

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