“O fabricante me paga quatrocentos e oitenta por caso. O técnico gasta duas horas e vinte e quatro minutos, e isso me custa seiscentos e vinte e quatro. Eu trabalhei oito anos no negativo e chamava aquilo de parceria.”
Oles Dziuba comanda um centro de assistência técnica autorizada em Uman. Máquinas de lavar, geladeiras, lava-louças — duas marcas com autorização oficial, mais qualquer reparo particular. Quinze anos em reparo de eletrodoméstico, os últimos oito como dono. Seis técnicos, recepção própria, estoque de peças. E uma rentabilidade que ele não conseguia subir de jeito nenhum.
Uma assistência de 4 800 atendimentos
No ano passado o centro recebeu 4 800 atendimentos. É pouco menos de vinte por dia útil.
Desses, 2 880 são de garantia, isto é, aparelho dentro da garantia do fabricante. Os outros 1 920 são particulares, em que o cliente paga do próprio bolso.
A lógica do fabricante é clara e, do jeito dela, honesta. Ele calcula a complexidade média de toda a rede, divide o orçamento dele pelo número de casos e chega a uma tarifa. Para uma assistência grande de cidade grande, com fluxo de defeitos parecidos, essa tarifa funciona.
O fabricante paga por caso, o técnico trabalha por horas
O reparo em garantia quem paga não é o cliente, é o fabricante, e ele paga pela tarifa dele. A tarifa é fixa: 480 ₴ por caso. Não por hora, não por complexidade, não por modelo — por caso.
O técnico, em troca, gasta horas. E essas horas são diferentes umas das outras.
Uman é uma cidade reveladora para um centro assim. Cem mil pessoas, dois mercados grandes de eletrodoméstico, e a assistência autorizada mais próxima da mesma marca fica a cento e vinte quilômetros. A fila no Oles existe não porque ele é o melhor, mas porque ele é o único.
Duas filas diferentes
Fisicamente é uma oficina só e as mesmas pessoas. Economicamente são dois negócios diferentes dividindo um recurso.
- atendimentos em garantia: 2 880
- atendimentos particulares: 1 920
- total: 4 800
- desses, terminam sem reparo: 640
Oles passou anos achando que a garantia era a base e o particular era o complemento. A aritmética diz o contrário, e a diferença entre esses dois pontos de vista saiu caro.
Sessenta por cento do fluxo contra quarenta — e Oles sempre considerou isso uma boa proporção. Garantia significa previsibilidade: o fluxo não depende de as pessoas terem dinheiro, porque quem paga é o fabricante.
O que o fabricante paga
A tarifa de 480 ₴ cobre o trabalho do técnico. As peças o fabricante reembolsa à parte, pelo custo.
Peça em garantia vai sem margem
Na peça de garantia o centro não ganha nada: recebeu pelo preço de compra, instalou, baixou do estoque. Toda a margem de peças vive apenas nos pedidos particulares, e isso é importante guardar antes de chegar à tabela.
Então, de um caso em garantia o centro recebe exatamente 480 ₴ e mais nada.
“O fabricante me pergunta uma vez por trimestre: por que o tempo médio por caso em vocês é maior que o da rede? E eu pergunto: e por que em vocês a tarifa é igual para Kyiv e para Uman, onde eu espero a peça três dias mais?”
Quanto custa uma hora
O custo próprio da hora-padrão no centro é 260 ₴. São o salário do técnico com encargos, a parte dele no imóvel, a ferramenta, o software de diagnóstico e a depreciação do equipamento.
O número não é alto. Oles calculou duas vezes e nas duas chegou ao mesmo.
Dentro dessas 2,4 horas, o que leva mais tempo não é o reparo. É a espera: a peça sai do depósito do fabricante em três dias a duas semanas, e nesse tempo a máquina ocupa lugar e o cliente liga. Cada ligação dessas também são minutos-padrão, só que ninguém os registra.
A complexidade do caso não muda a tarifa
Um caso em garantia leva, em média, 2,4 horas-padrão: recepção, diagnóstico, pedido da peça, espera, reparo, teste, entrega. Às vezes é uma hora, às vezes seis, mas a média do ano se mantém estável.
2,4 horas a 260 ₴ são 624 ₴ de custo.
Vale dizer que 260 ₴ por hora-padrão não é pouco nem muito, é só a verdade sobre este centro. Numa cidade grande seria mais alto, por causa do aluguel; numa oficina de dois, mais baixo, por não ter recepção. Comparar com o de outro não faz sentido: esse número descreve exatamente esta configuração, com seis técnicos e estoque próprio.
O caso em garantia no negativo
Tarifa de 480 ₴ contra custo de 624 ₴ dá menos 144 ₴ em cada caso em garantia.
No ano são 2 880 casos, isto é, menos 414 720 ₴.
“Eu cheguei nesse número e fui conferir se não tinha errado nas horas. Botei uma pessoa com cronômetro por duas semanas. Deu as mesmas duas horas e quatro décimos. Eu esperava ter errado e que fossem menos.”
Então, na garantia o centro não perde em peça nem em desleixo. Ele perde porque vende horas a um preço que não foi ele que fixou, e essas horas são mais longas do que a tarifa supõe.
O pedido particular
Aqui é tudo diferente. O cliente paga pelo serviço, em média, 1 450 ₴, e um pedido particular leva 1,8 hora-padrão, porque não tem nem espera de peça do fabricante nem papelada.
1,8 hora a 260 ₴ são 468 ₴. A contribuição fica em 982 ₴ por pedido.
No ano, 1 920 pedidos dão 1 885 440 ₴.
Existe ainda outra diferença que é fácil deixar passar. O cliente particular chega com um defeito que ele já aceitou como problema dele, então não discute o laudo e não exige troca do aparelho. Isso economiza não dinheiro, e sim nervos e horas de recepção.
Peças
O giro de peças nos pedidos particulares é 3 840 000 ₴, e a contribuição é 864 000 ₴. São 22,5% do giro, isto é, 450 ₴ em cada pedido.
Somando, um pedido particular traz 1 432 ₴: 982 ₴ de serviço mais 450 ₴ de peça.
Peças são o único lugar onde o centro ganha tranquilo. Uma margem de 22,5% do giro não levanta pergunta nenhuma com os clientes, porque peça de depósito oficial, com garantia em cima dela, de fato vale mais que a mesma peça do mercado.
O diagnóstico que ninguém paga
Existe uma terceira categoria, e ela é a mais desagradável.
640 atendimentos por ano terminam com o laudo “defeito não constatado”. O aparelho está bom, o cliente usava errado, ou o problema era na tomada, ou ele desapareceu por conta própria.
Zero na coluna “executado” não significa zero horas
Para esses casos o fabricante não paga — eles não são de garantia, porque reparo não houve. O cliente também não paga, porque do ponto de vista dele nada foi feito. E o técnico gastou 1,2 hora-padrão em recepção, ligação do aparelho, teste dos programas e emissão do laudo.
1,2 hora a 260 ₴ são 312 ₴. Em 640 atendimentos dá 199 680 ₴ no ano.
Treze por cento de todos os atendimentos não trazem nada. Não é refugo nem erro dos técnicos — é a fatia normal em eletrodoméstico, onde metade dos atendimentos começa com a frase “ele está fazendo um barulho estranho”.
O ano em números
| Indicador | Valor, ₴ | Observação |
|---|---|---|
| Faturamento de garantia | 1 382 400 | 2 880 × 480 ₴ |
| Faturamento de serviços particulares | 2 784 000 | 1 920 × 1 450 ₴ |
| Faturamento de peças | 3 840 000 | |
| Faturamento total | 8 006 400 | |
| Custos fixos | 1 740 000 | imóvel, 6 técnicos, recepção, software |
| Lucro líquido | 395 040 | 4,9% do faturamento |
Quatro e nove. Para uma assistência com estoque próprio, autorização e fila, é pouquíssimo, e Oles sabia disso — o que ele não sabia era por quê.
O relatório, nisso, está montado certo. O faturamento é real, as despesas são as de fato, o lucro é verdadeiro. Ele só não tem a linha que mostraria que parte do serviço foi feita de graça, porque para a contabilidade serviço de graça é simplesmente salário.
Quanto o centro entrega de graça
| Origem da contribuição | Valor, ₴ |
|---|---|
| Serviços particulares | 1 885 440 |
| Peças | 864 000 |
| Casos em garantia | −414 720 |
| Diagnóstico sem reparo | −199 680 |
| Contribuição total | 2 135 040 |
As duas linhas negativas somadas são 614 400 ₴.
O serviço de graça custa 614 400 ₴ — 1,56 vez mais que todo o lucro anual do centro.
Por atendimento são 128 ₴. O número parece miúdo, e foi por isso mesmo que ele não chamou atenção em oito anos: ninguém procura um problema que custa cento e vinte e oito hryvnias.
O serviço de graça não tem linha no relatório
Em nenhum documento existe a rubrica “serviço que ninguém pagou”. Os laudos de garantia estão fechados, o fabricante pagou pela tarifa, e o diagnóstico sem reparo não gera documento nenhum. As despesas com técnicos ficam numa linha só de salário, e é impossível ver qual parte delas foi para o vazio.
- caso em garantia: 2,4 horas-padrão, tarifa de 480 ₴, custo de 624 ₴
- pedido particular: 1,8 hora-padrão, ticket de 1 450 ₴, custo de 468 ₴
- diagnóstico sem reparo: 1,2 hora-padrão, pagamento de ninguém
- a hora-padrão no centro custa 260 ₴ independentemente de quem paga
E essa não é a história de um fabricante ruim. A tarifa dele é construída sobre a complexidade média da rede, e Uman não cabe nessa média por causa da logística das peças. Nenhum dos dois lados aqui mente — é só que um calcula a rede e o outro paga por uma oficina concreta.
Qual tarifa seria justa
A tarifa de equilíbrio para este centro é 624 ₴, ou seja, exatamente o custo. O fabricante paga 480 ₴.
A diferença não paga são 144 ₴, ou 23,1% do necessário.
“Eu escrevi uma carta para o fabricante. Responderam com educação: a tarifa é única para toda a rede, a revisão é uma vez por ano, e seus custos são sua área de responsabilidade. E é verdade, eles não me devem nada.”
A tarifa correta teria dado ao centro 414 720 ₴ no ano. É o único lugar de todo o modelo em que a decisão não depende do dono.
E a tarifa não é objeto de negociação. Ela é única para a rede, e a assistência de Uman não tem nem volume nem argumento para mudá-la. É a moldura em que se trabalha, não uma variável que se governa.
Por que isso não se vê
- pedidos em garantia e particulares se fecham no mesmo sistema, com o mesmo tipo de documento
- as horas-padrão não são comparadas em lugar nenhum com a tarifa do fabricante
- o diagnóstico sem reparo não tem documento financeiro nenhum
- o salário dos técnicos é uma linha só, sem separar serviço pago de serviço de graça
Para ver os 614 400 ₴, é preciso pôr lado a lado as horas de fato e o que foi pago por elas. Esses dois números vivem em sistemas diferentes: as horas na ordem de serviço, o pagamento no laudo com o fabricante.
As quatro linhas Oles juntou à mão em duas semanas, porque automaticamente não tem de onde tirar. Foi justamente esse o maior trabalho de toda a história — não o cálculo, e sim a coleta de dados que estavam em três lugares diferentes.
Abrir mão da autorização
A conclusão óbvia dos números: devolver a autorização e trabalhar só no particular.
A economia seria exatamente 614 400 ₴ — as duas linhas negativas desaparecem junto com o fluxo de garantia.
“Eu já tinha escrito a carta. Ela ficou dois dias na minha mesa, e eu ficava olhando para ela e pensando: e de onde é que chegam até mim os clientes particulares?”
Ele checou isso em dois anos de histórico, e não na sensação. Pegou os atendimentos em garantia do ano anterior ao passado e procurou as mesmas pessoas e os mesmos endereços nos pedidos particulares do ano seguinte.
Garantia não é receita, é canal
A resposta acabou sendo simples. A pessoa traz a máquina pela garantia, vê a oficina, os técnicos, o estoque de peças — e dois anos depois, quando a garantia acaba, volta já como cliente pagante. Ou traz o vizinho.
Oles levantou o histórico de atendimentos e calculou: 25% dos clientes de garantia depois viram clientes particulares.
Aqui é importante não confundir dois números. A conversão se conta sobre os atendimentos em garantia, e a contribuição sobre os pedidos particulares, e são conjuntos diferentes com preços diferentes. É justamente por isso que o limite não dá para estimar de cabeça.
O número de 25% saiu mais baixo do que Oles esperava. Ele supunha perto da metade, porque é assim que parece do balcão: as pessoas voltam, cumprimentam, trazem parentes. Na verdade volta um de cada quatro, e isso basta só porque o limite é ainda mais baixo.
O limite da conversão
Vinte e cinco por cento de 2 880 são 720 pedidos particulares.
Cada um traz 1 432 ₴ de contribuição, então juntos são 1 031 040 ₴.
| Abrir mão da autorização | Valor, ₴ |
|---|---|
| Economia em garantia e diagnóstico | +614 400 |
| Perda dos pedidos convertidos | −1 031 040 |
| Efeito no ano | −416 640 |
A conversão decide se a autorização vale
A perda sai 1,68 vez maior que a economia. Ou seja, a autorização é deficitária por si mesma e ao mesmo tempo se paga pelo fluxo que ela traz.
O limite é fácil de calcular: 614 400 ₴ divididos por 1 432 ₴ dão 430 pedidos, e isso é 14,93% de conversão. No centro a conversão de fato é 25%, isto é, mais de dez pontos percentuais de folga.
A autorização faz sentido enquanto pelo menos um de cada seis clientes de garantia volta pagante.
“O mais estranho foi entender que as duas respostas estão certas. A garantia me come por dentro — é verdade. Sem a garantia eu fecho — também é verdade. Oito anos eu guardei na cabeça só a primeira metade, e por isso quase entreguei a carta duas vezes.”
O que Oles mudou
A carta ele não entregou. Em vez disso fez algumas coisas, e nenhuma delas tinha a ver com o fabricante.
- o diagnóstico sem reparo passou a ser pago: 350 ₴, que voltam como crédito no reparo, se houver reparo
- pedidos em garantia e particulares agora se fecham com tipos de documento diferentes
- as horas-padrão dos técnicos são anotadas em cada pedido, independentemente de quem paga
- a conversão de clientes de garantia em particulares se calcula a cada trimestre e fica num quadro na oficina
Mais de dez pontos percentuais de folga não é muito. Se a conversão escorregar para perto de quinze, a folga desaparece quase por inteiro, e Oles vai ver isso no quadro da oficina, não um ano depois num relatório.
O primeiro item deu o máximo de resultado e o mínimo de dor. Os clientes não saíram: diagnóstico pago que entra como crédito no reparo soa justo, e ele cortou quem trazia o aparelho “só para dar uma olhada”.
O quarto item acabou sendo o mais importante. Até então a conversão era suposição, e agora é um número — e é ele que decide se vale continuar na autorização no ano que vem.
O dinheiro não desaparece — você só não o vê
“Quinze anos eu achei que garantia era estabilidade e particular era sorte. Acabou sendo o contrário: o particular me alimenta, e a garantia traz o particular e leva uma parte do que foi ganho. As duas afirmações são verdadeiras, e é com as duas que se tem que viver.”
No centro do Oles não mudou o equipamento, nem a equipe, nem a tarifa do fabricante. Técnicos continuam seis, atendimentos continuam perto de cinco mil, a tarifa continua 480 ₴. Mudou só que agora dá para ver quantas horas foram para o vazio, e quantos clientes pagantes traz aquele fluxo que, por si, é deficitário.
Como ver isso na sua própria assistência
Tudo o que está acima se sustenta em um confronto que não existe nem no laudo do fabricante nem no caixa: quantas horas-padrão foram para um caso e quanto foi pago por ele. Enquanto pedidos em garantia e particulares ficam numa linha só chamada “serviços executados”, o dono vê 4,9% de rentabilidade e não sabe que entregou 614 400 ₴ de trabalho de graça — e que, sem esse trabalho, perderia ainda mais. Quando as horas, as tarifas e a conversão de atendimentos em garantia em pedidos particulares se contam sozinhas, a autorização deixa de ser obrigação e passa a ser uma decisão com número atrás dela — é exatamente para isso que donos de pequenos e médios negócios usam o Finmap: para ver o quadro financeiro, em vez de fechá-lo depois do fato.
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Base do tema: Contabilidade gerencial: o que é e por que todo empresário precisa dela
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Perguntas frequentes sobre as finanças de uma assistência autorizada
Porque o fabricante paga por caso e o técnico trabalha por horas. A tarifa de 480 ₴ é fixa, não importa a complexidade, e um caso em garantia leva em média 2,4 horas-padrão a 260 ₴, isto é, 624 ₴. Menos 144 ₴ em cada caso dão 414 720 ₴ no ano.
Some o salário dos técnicos com encargos, a parte deles no imóvel, a ferramenta, o software de diagnóstico e a depreciação do equipamento, e divida pelo fundo de horas de fato. Neste centro deu 260 ₴, e esse número é o mesmo para o trabalho em garantia e para o particular.
Ninguém, se você não o tornar pago. O fabricante não paga, porque o caso não é de garantia; o cliente não paga, porque nada foi feito. Neste centro, 640 atendimentos desses no ano, a 1,2 hora-padrão cada, deram 199 680 ₴ de trabalho de graça.
Some o prejuízo dos casos em garantia e o custo do diagnóstico sem reparo. Aqui são 414 720 ₴ mais 199 680 ₴, no total 614 400 ₴ — 1,56 vez mais que todo o lucro anual do centro. Por atendimento são 128 ₴.
Primeiro calcule quantos clientes pagantes ela traz. Abrir mão economizaria 614 400 ₴, mas o centro perderia 720 pedidos convertidos a 1 432 ₴ de contribuição, isto é, 1 031 040 ₴. O efeito líquido é menos 416 640 ₴.
Divida a soma do trabalho de graça pela contribuição de um pedido particular. Aqui 614 400 ₴ sobre 1 432 ₴ dão 430 pedidos, e isso é 14,93% dos 2 880 atendimentos em garantia. A conversão de fato é 25%, então a autorização se paga enquanto pelo menos um de cada seis volta como cliente pagante.
Porque as horas de fato e o pagamento recebido por elas vivem em sistemas diferentes: as horas na ordem de serviço, o pagamento no laudo com o fabricante. O salário dos técnicos fica numa linha só, sem separar trabalho pago de trabalho de graça, e o diagnóstico sem reparo não gera documento financeiro nenhum.
Três coisas, e nenhuma delas depende do fabricante. Tornar o diagnóstico pago, com crédito no reparo; fechar pedidos em garantia e particulares com tipos de documento diferentes; e calcular a cada trimestre a conversão de clientes de garantia em clientes particulares. É justamente essa conversão que decide se vale continuar na autorização.
